quarta-feira, 18 de julho de 2012

Pulseirinha para Identificação

Uma dica bacana para quem vai viajar com crianças são as pulseirinhas de identificação, que você mesmo personaliza no site da Cartolina Design. 


Também muito útil para passeios na praia, shopping, etc. O site é www.lojacartolina.com.br


terça-feira, 10 de julho de 2012

Filhos homens são queridinhos das mamães?


Você já teve a impressão de que algumas mães pegam mais leve com os filhos homens? Pois um teste do website britânico Netmuns, feito com 2.672 mães, mostrou que tem verdade nisso. As chances de uma mãe ser mais dura com a menina do que com o menino é duas vezes maior e, apesar de mais da metade achar essa distinção errada, 21% repreende mais as meninas. “As mães veem as filhas como uma extensão de si próprias e precisam cuidar para não projetar nelas todos os seus anseios”, diz Renata Aleotti, psicóloga e professora da PUC-SP. Os meninos, por sua vez, podem ficar com a ilusão de que tudo é permitido para eles. Se você tem filhos e filhas preste atenção para ver se não é hora de repensar em algumas atitudes.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Filho único é mais feliz


Foi-se o tempo em que ser filho único era sinônimo de ser mimado. O mito nasceu em 1896 com o livro “Of Peculiar and Exceptional Children”, do psicólogo americano Granville Stanley Hall e influenciou pesquisadores durante décadas. Nele, o especialista descrevia os filhos únicos como pouso sociáveis e superprotegidos.

Recentemente, no entanto, novos trabalhos surgiram mostrando que não existem diferenças significativas no desenvolvimento emocional dos filhos criados sozinhos daqueles educados com irmãos. E mais: um estudo feito pela Universidade de Essex, na Grã Bretanha, com mais de 100 mil pessoas em 40 mil lares, revelou que filhos únicos são mais felizes do que aqueles que têm irmãos.

Segundo a coordenadora da pesquisa Gundi Knies, as prinicpais razões para chegar a esse resultado é que o filho único não precisa lutar pela atenção dos pais, não sofre bullying dos irmãos mais velhos, nem recebe apelidos maldosos. Além disso, tem todo o investimento dos pais, ou seja, sobra mais dinheiro para se investir na educação da criança.

Se o problema era aprender a dividir, é preciso levar em conta que a realidade mudou. Há 20 anos, a maioria das mães não trabalhava e conseguia acompanhar os filhos o tempo todo. Nesse caso, um filho único teria toda a atenção para si. “Atualmente, é cada vez maior o número de mães que trabalham e a criança tem que aprender a dividir a atenção dos pais com as outras prioridade”, diz Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP) e colunista da Revista Crescer.

Outra mudança é a idade que as crianças entram na escola. Se antes elas começam a estudar aos 6 anos; hoje, é comum irem para o berçário com 1 ano apenas. E essa é uma nova chance de conviver com as outras crianças, fazer amigos e, de novo, aprender a compartilhar.

“Os filhos únicos ainda saem ganhando porque aprendem a ficar sozinhos e esse momento é importantíssimo para pensar, imaginar e formar a própria identidade”, completa Rira. O mais importante, com ou sem irmãos, é que a família seja unida. Isso sim é garantia de felicidade.