Na semana do Dia das Mães não posso deixar de homenagear as mães especiais de crianças especiais. E pesquisando na internet sobre vários casos de mães especiais, é claro que fiquei surpresa com várias coisas que li e me senti pequena diante de tanta luta e tanto amor dessas mães.
Hoje um dos temas mais discutidos nas escolas é a questão de inclusão social, mas será que realmente essa inclusão está acontecendo? De tudo que li, vou compartilhar uma notícia que saiu no G1 essa semana e um lindo vídeo de uma mãe que tem uma filha com síndrome de down.
A essas mães especiais, desejo um Feliz Dia das Mães muito especial!
As duas têm outra característica em comum: buscaram tantas informações, assistência ideal para os filhos, que se engajaram na causa e agora fazem parte do grupo de fundadoras de movimentos em favor de pessoas com autismo e deficiência intelectual em São Luís. Agora, propagam informações e conhecimentos para mães em situação semelhante à delas e também para profissionais da área.
Foi aí que começou a maratona por profissionais da área, como fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos. Certa vez, no consultório da terapeuta, percebeu que assim como ela, várias outras mães enfrentavam dificuldades semelhantes, como a de aceitar a situação ou mesmo de obter um diagnóstico mais preciso. Propôs um encontro entre as mães, para trocar experiências.
Surge, então, em 2012, o grupo Ilha Azul, que no mês de abril deste ano realizou em São Luís a I Jornada Internacional de Autismo. “O nome Ilha Azul faz uma referência a São Luís e ao fato do autista buscar o isolamento por não entender as relações sociais. Azul é porque a incidência da doença é quatro vezes maior em menino que em menina”, explica Luise Winkler.
O envolvimento com o autismo fez Luise entender mais como se relacionar com o filho e contribuir para sua evolução. Ela pode perceber, por exemplo, que o desenvolvimento cognitivo do Yudi era muito mais expressivo com a Análise Aplicada dos Comportamentos, a Terapia Aba.
Mas, muito além das formas como auxiliar melhor a criança, toda a situação a fez entender o quanto mudou para se adaptar à vida do filho. “Algumas pessoas podem não compreender, mas eu dou graças a Deus porque meu filho é autista, pois hoje eu sou uma pessoa muito melhor do que era. Certamente ele me ajudou muito mais do que eu a ele”.
Hoje, Robert Yudi tem quatro anos e uma irmã, Vivian Yumi, de um ano e nove meses, que não é autista. “Ela só veio ajudar. Antes, era difícil desenvolver terapias para ensiná-lo a compartilhar. Agora não. A possibilidade da Vivi ter nascido autista era 25% maior, mas em momento nenhum tive medo. Sabia que ela só traria auxílio e felicidade”, conclui.
Link da Reportagem: http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2013/05/maes-especiais-formam-grupos-em-favor-dos-filhos-e-de-outras-maes.html
Link do Video: http://www.youtube.com/watch?v=4GgMAisyghY&sns=fb

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